“Após deixar sua cidade natal, Leran está
perdido em busca de uma pessoa que possa ajudar sua irmã Luana a controlar seus
poderes. Enquanto foge de caçadores colocados em seu encalço, o arqueiro
conhecerá novos lugares e aliados para sua jornada. Ao mesmo tempo, Tlavi, a
jovem Estrela da Cura, tenta desvendar os mistérios de um criminoso capaz de
erguer as forças das trevas no território pacificado do Reino Central. O
caminho desses personagens está ligado pelo destino. Será que poderão lutar
juntos para descobrir como vencer os novos inimigos? Conseguirá Luana despertar
sua verdadeira força? Como Leran agirá diante da evolução dos poderes da irmã?
É o que você vai descobrir em Supernova: A Estrela dos Mortos.”
Olá
galera! Como estão?
Hoje
vou falar um pouco sobre o segunto livro do Renan Carvalho, “A estrela dos mortos”.
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Esta resenha contém spoiler sobre o primeiro livro – Clique AQUI e leia a
resenha de O encantador de flechas.
Bom,
como já falei na minha resenha do livro O
encantador de flechas, não sou muito fã de literatura brasileira, mas os
livros do Renan são expcionais e deixam alguns livros americanos “no chinelo”.
Autor: Felipe Colbert
Editora: Novo Conceito - Selo Novas Páginas
Categoria:Ficção
ISBN:
978-85-8163-795-2
221 Páginas
1º Edição – 2015
Sinopse
Envolver-se com a jovem Ayako é a oportunidade perfeita para
Leonardo César esquecer a sua vida tediosa e perigosamente limitada, tudo por
culpa do seu coração defeituoso.
Enquanto isso, com a ajuda de seu avô, Ayako tem a difícil
missão de manter inacessível um porão de dimensões que vão além da loja de
luminárias que ela gerencia, repleto de milhares de lanternas orientais, cujo
mistério envolve os habitantes do bairro da Liberdade.
A partir dos crescentes encontros entre Leonardo e Ayako, uma
nova lanterna surgirá para os dois. Eles terão que protegê-la com afinco, ou
tudo que construíram juntos poderá desaparecer a qualquer momento.
O que ninguém conseguiria prever é que Ho, um jovem chinês
também apaixonado por Ayako, colocaria em risco o futuro desse objeto. E com
ele, o sentimento mais importante que dois seres humanos já experimentaram.
Leonardo Cesar é um paulista que sofre de uma doença rara no
coração, que o impossibilita de ter uma vida normal, já que sempre que ele é
exposto a algum momento de susto, ele sofre um ataque cardiovascular, e isto deixa
seus pais sempre alertas, o sufocando de tanta atenção na maioria das vezes.
Ayako é uma descendente de japoneses que perdeu os seus pais em um acidente de
carro, e vive com seu avô em uma antiga loja de Lâmpadas na Liberdade, que guarda
um grande mistério.
Quando Ayako e Leonardo se encontrarem no metrô algo entre eles acende.
Enquanto
a chuva caía - Erik não procura mais a garota dos seus sonhos. Vive em busca de
adrenalina e de uma razão para continuar cumprindo tarefas obscuras. Ele sabe
que é muito bom no que faz e não vê nada que possa ser melhor do que os seus
dias repletos de perigo. O que Erik não esperava é que sua paixão por correr
riscos seria a sua ruína. Ameaçado, ele precisa fugir para o exterior e viver
disfarçado de cidadão comum, trabalhando como advogado em uma grande empresa.
Marina comanda o império da família depois de seu pai ter sucumbido ao mal de
Alzheimer. Precisa suportar ver os pais tombarem diante da ação implacável do
tempo, enquanto ainda carrega a ferida provocada pela morte do jovem marido.
Com o comando das empresas nas mãos, ela percebe que nem todas as atividades da
corporação obedecem aos manuais de boa conduta.
Quando ambos se encontram, presente e passado se misturam, dando início a um
mistério arrebatador que os atrai a uma paixão incontrolável. No entanto, os
segredos, cedo ou tarde, virão à tona e os colocarão em lados opostos da
balança.
Nenhum dos dois é inocente, mas será que eles aceitarão as verdades que tanto
se empenham em esconder? É possível construir um futuro mesmo depois de
descobrir que nesta história não há mocinha nem herói?
Marina é uma
mulher de vinte seis anos, que já passou por muita coisa: perdeu seu marido há dois
anos, após ele ter se alistado, e teve que assumir a empresa da família por
conta das crises de Alzheimer que seu pai sofria, o CEO anterior.
Erik é um anti-herói,
durante o dia trabalhava com advogado, e de noite como um assassino que limpava a sujeira dos criminosos. Após ter sofrido um atentado é obrigado a ter “férias”
em NY, trabalhado em uma transnacional, que tem muitos segredos sujos e Erik
faz questão de descobrir.
O enredo foi bem desenvolvido
juntamente com a sintonia dos fatos, no entanto a construção de alguns personagens
me desapontou, principalmente a personagem Marina - uma mulher sofredora
que se deixava ser manipulada e sem voz ativa sobre os seus desejos, que mesmo
sabendo que havia algo errado acontecendo nada fazia -, o fato da estória envolver
investigação e um pouco de mistério não cabia uma personagem tão submissa. Outra coisa que me fez perder a vontade de concluir
o livro foi o envolvimento do casal protagonista que foi sem paixão e sem
emoção alguma, ao ponto de me fazer questionar: se eles gostavam um do outro ou
era só uma atração carnal. A forma como a autora escreveu os pensamentos do personagem
Erik foi o que mais me empolgou, principalmente porque ele mostrava o seu lado anti-herói.
O livro em si não é
um livro ruim, tem um enredo envolvente e as conclusões dos capítulos são ótimas
e deixa o leitor curioso. Porém, quem for ler não deve por tanta expectativa acerca dos personagens
para não se decepcionar. Recomento a sua leitura àqueles que gostam de livros
policias e também para aqueles que não se importam muito com o romance entre os
personagens e estão mesmo interessados em saber quem é o vilão.
Sem medo da polêmica, O Mago desnuda o passado de um homem que viveu intensamente os seus anos loucos. Nenhum tema foi proibido e nada foi tratado de maneira superficial: do desbunde em plena onda hippie à conexão com o misticismo, que transformaria a persona do escritor em guru espiritual das massas. Das práticas de satanismo à peregrinação pelo caminho de Santiago de Compostela. Da Sociedade Alternativa à vida de celebridade pop. Das acusações de plágio à consagração em países tão distantes quanto Rússia e Arábia Saudita.
Nessa devassa consentida, Paulo Coelho entregou seus 170 diários e um baú de relíquias ao genial jornalista investigativo Fernando Morais, que traçou um retrato preciso e impressionante do maior fenômeno literário já visto no Brasil. Paulo Coelho é o autor mais vendido da língua portuguesa de todos os tempos. Foram mais de 150 milhões de exemplares em mais de 150 países. Seus livros foram traduzidos para nada menos que 66 idiomas.
Sobre a natureza chocante das revelações, o biografado revelaria, tempos depois: Com a leitura de O Mago consegui dormir em paz pela primeira vez em muitos anos . Se a exposição frenética de tragédias e fraquezas pode parecer agressiva para muitos, para Paulo Coelho foi libertadora.
Saudações gente!
Não sei se já disse, mas sou hiper fã dos livros do Paulo Coelho! Comecei minha viagem no mundo da leitura lendo seus livros e por isso sou muito grata! O livro Verônica Decide Morrer, foi um dos que mais me marcou: lindo, forte e emocionante.
Quando descobri que escreveram um livro sobre a vida dele eu decidi que precisava entender de onde vinha tanta imaginação e sabedoria.
Não vou dizer que curti a escrita do livro, por que estaria mentindo, mas a história do autor é tão diferente, um homem que desafiou a morte e orgias, fez pacto com o diabo, hoje vive simplesmente em um vilarejo com três centenas de moradores, morando em um velho moinho reformado a seu jeito.
O livro trás fotos incríveis sobre sua trajetória de vida, com sua rotina bem definida, você vai descobrindo como a mídia pode ser cruel quando deseja, não percebi em nenhum momento um homem anormal ou estranho, o Paulo do livro é totalmente comum como qualquer pessoa, com manias e desejos normais.
De volta à casa. Paulo mexe no jardim, poda flores, corta o mato que está entupindo o pequeno córrego que passa pelo terreno. Só então sobe para o banho, após o qual abre o computador pela primeira vez no dia. Lê versões online de pelo menos dois jornais brasileiro- A Folha de são Paulo e O globo. Pag 40
Como disse acima não curti a escrita do autor, mas amei conhecer um pouco do meu ídolo. Me apaixonei pelo Paulo Coelho ainda mais, por conta disto o livro é super válido.
Começar o expediente às seis da manhã do dia 1º de
janeiro: ninguém merece. Mas, apesar da chateação, o Ano-Novo foi generoso com
Line e acabou lhe trazendo de presente o homem mais lindo, mais charmoso e mais
romântico que ela já conheceu. Daqueles que têm o poder de mudar o nosso humor
com um simples oi .
Os namoros de verão não são feitos para durar, por isso ela quer aproveitar
cada momento ao lado dele como se fosse o último. Quando se dá conta, no
entanto, Line está desejando ardentemente que esta história tenha outro final.
Minhas Impressões
O livro de hoje é “Três dias para sempre”, um
título que eu achei forte e gostei bastante, além de ter feito eu criar
expectativas em relação a estória.
Diante mão já digo que a primeira coisa que eu fiz
ao terminar de lê-lo foi procurar se teria uma continuação – sabe aqueles
livros que tem algo que você espera o livro todo para acontecer e chega no
final e nada? O final é inusitado, uma reviravolta super inesperada, e que,
infelizmente, eu acho que não irá agradar a maioria dos leitores. [A leitura e,
principalmente, a conclusão de “Três dias
para sempre” me lembrou muito o livro “Apenasum dia”, de Gayle Foman, publicado também pela Editora Novo Conceito, mas,
este, tem já continuação.]
"Três dias
para sempre” conta a estória de um amor de verão, a estória de Line e Teo.
Ela: uma jovem de 27 anos; baiana; faz “bicos” e mora de favor no hotel em que esteve hospedada durante o período pré-casamento; foi abandonada no altar, e não teve coragem de voltar para a sua cidade natal, preferindo ficar morando no Rio de Janeiro, até decidir o que fazer da sua vida.
Ele: um jovem de 27 anos, brasiliense, skatista, estudante
de filosofia, tranquilo, que consegue enxergar as pessoas e o lado positivo das
coisas, além de ser difícil de se aborrecer, e que está passando férias no Rio
de Janeiro.
O enredo do livro gira em torno do amor intenso de
verão do casal principal, mas também somos apresentados a personagens
secundários bem legais. O livro é legal, em alguns momentos engraçado, a Lani é
bem engraçadinha, apesar de meio confusa - uma tentativa de ser uma comédia
romântica, mas que deixou a desejar no quesito de desenvolvimento. Lani se
mostra imatura em alguns momentos, e Teo PARECE ser meio sem graça, mas é um
fofo, um rapaz do bem.
Tenho que falar que entendo a Lani ter se
apaixonado de cara – ela estava bem vulnerável, triste e carregando um fardo
que ninguém merece (de ter sido abandonada no altar). Assim como entendo o fato
de Teo não ser mais ativo, sempre querer ficar no apartamento alugado, é complicado
você querer fazer as coisas e não ter dinheiro.
“Tudo estava
acontecendo rápido demais, e ela não conseguia acompanhar a velocidade das
coisas. Duas manhãs atrás ela tinha ido trabalhar no aeroporto, sem estímulo
nenhum, e lá conhecera um rapaz incrível, do jeito mais improvável, e, agora,
lá estava ela...” – Pág. 232
Uma coisa que me deixou em dúvida durante a leitura
é que: eu sou baiana e não vejo as pessoas falando ”meu rei” com a frequência
que a Lani fala (na verdade tem mais de um ano que não escutava/lia essa
expressão), então, toda vez que eu lia as falas dela, eu ficava na dúvida se
ela estava falando de brincadeira/ironia ou se realmente falava assim. Sei que
é uma questão boba, mas foi algo que como baiana, me incomodou um pouco, além
de eu não ter certeza se era ironia ou não.
Duas coisas que eu achei que foram pontos negativos
do livro foram – primeiro: a repetição de assuntos e, em alguns momentos até
das falas; e segundo que achei alguns erros bobos, que uma revisão mais
minuciosa não deixaria passar.
“Desperdiçara
preciosos anos de sua juventude numa certeza tão certa, mas tão certa, que
acabou no vazio. E agora, diante da incerteza do que seria aquela história com
Teo, Line simplesmente aprendera a confiar quer as coisas dariam certo.” –
Pag. 190
Sobre a capa, como disse anteriormente, eu achei
muito linda, mas realmente não entendi as fotografias presentes nela, uma vez que
o livro deixa bem claro que os três dias apenas viverão nas lembranças de Line
e Teo, além de que em momento algum da estória vemos referências a “fotos”.
Não sei se o livro terá continuação ou não! Não
consegui achar em lugar nenhum se terá. Espero que sim!!! Um segundo livro fará
com que a estória seja concluída de verdade, o que agradará muuuuito a quem já
leu, além de que deixará o primeiro livro bem mais interessante.
A diagramação e as páginas do livro estão impecáveis.
E tenho que dizer que a leitura é muito dinâmica, fácil e agradável.
Eu indico o livro, é um tipo de estória que todo mundo que sai de férias tem vontade de viver (eu sempre tenho, toda vez que eu viajo ahahahahha e quando não viajo também), mas vá sem
grandes expectativas – você irá gostar bem mais dele.
Ahh... o livro cita duas músicas
que Teo canta especialmente para Line, e eu adoro as duas (creio que todo mundo
adora ahhahah)!!!
Um cantinho criado para falar sobre as nossas paixões: livros, filmes, seriados de TV... Coisas que nos fazem sair um pouco da realidade e nos despertam profundas ilusões!!!
"Porque onde todo amor existe, não há necessidade de palavras. É tudo. É imortal. E se basta.", Claire, Outlander - A Viajante do tempo - P. 742