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quinta-feira, 31 de maio de 2018

Review: The Handmaid's Tale - A série do momento!



Sinopse

Depois que um atentado terrorista ceifa a vida do Presidente dos Estados Unidos e de grande parte dos outros políticos eleitos, uma facção catolica toma o poder com o intuito declarado de restaurar a paz. O grupo transforma o país na República de Gilead, instaurando um regime totalitário baseado nas leis do antigo testamento, retirando os direitos das minorias e das mulheres em especial. Em meio a isso tudo, Offred é uma "handmaid", ou seja, uma mulher cujo único fim é procriar para manter os níveis demográficos da população. Na sua terceira atribuição, ela é entregue ao Comandante, um oficial de alto escalão do regime, e a relação sai dos rumos planejados pelo sistema.




Sabe quando alguém está de bobeira e acaba encontrando um artigo sobre uma série estreante que estava destruindo todas as estruturas possíveis do entretenimento? Este era eu ano passado, e a série era “The Handmaid’s Tale”. Criada por Bruce Miller com base no livro “O Conto da Aia” de Margaret Atwood, esta série – vencedora do Emmy e do Globo de Ouro de Melhor Série Dramática – tem como objetivo entreter através do questionamento, e nos assustar com uma realidade que pode não estar tão distante assim.

Uma crise de fertilidade atingiu o mundo, e uma minoria religiosa extremista nos EUA pôs a culpa na cultura e na sociedade, que estava se desviando dos “valores divinos”; com isto, dão um golpe de estado e transformam o país na República de Gilead. Nela, diversas minorias sociais ou figuras controversas são perseguidas: homossexuais, considerados traidores do gênero, são condenados à morte ou ao trabalho escravo nas colônias – local onde há grande concentração de lixo radioativo, o que se configura como uma condenação indireta à morte; pastores evangélicos e médicos que realizaram abortos sofrem o mesmo destino. Porém, a opressão às mulheres é a mais assustadora; são negados a elas direitos básicos, como posse monetária, voto, emprego e até mesmo ACESSO À LEITURA. Também, qualquer tipo de conhecimento produzido por mulheres é destruído.


quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

Review: O chamado 2


                                                        
Sinopse

A jornalista Rachel se muda com o seu filho, Aidan, para uma cidade litorânea para fugir de Samara. Rachel entra para um jornal pequeno e recebe a informação de que uma pessoa foi encontrada morta em casa com o rosto desfigurado. Então ela descobre que a menina do vídeo continua a perseguir e espalhar o terror através da fita de vídeo amaldiçoada, o ciclo continua, e que ela está a sua procura.

                                                   
       

Bom, esse filme foi alvo de muita polêmica e crítica por parte dos telespectadores, o que me deixou receosa de assisti-lo, mas minha curiosidade e desejo pela continuação foram tanta que não resisti. E, pra meu espanto, gostei mais do segundo do que do primeiro. O Filme tem mais suspense, mistério, terror, enfim, muito mais coisa que um filme como O chamado merece ter.

segunda-feira, 13 de outubro de 2014

Review: Série OUTLANDER



Outlander
Idioma: Língua inglesa
Criador: Ronald D. Moore
Gêneros: Fantasia, Romance, Ficção científica, Drama


Baseada: nos livros de Diana Gabaldon


Sinopse

A inglesa Claire Randall, enfermeira durante a Segunda Guerra Mundial, viaja com seu marido Frank à Escócia para uma reaproximação após anos separados pela guerra. Entretanto, Claire descobre-se sozinha no ano 1743 pouco após a chegada, durante os levantes jacobitas. Nesse ambiente, ela conhece o jovem guerreiro escocês Jamie Fraser e Jonathan Randall, antepassado de Frank e capitão inglês.


Minhas impressões

Confesso que demorei a me render a série, e mais ainda ao livro (vou ler assim que chegar), mas como sou um pouco, e SÓ um pouco curiosa, não resisti ver tantos comentários positivos e, digamos, até provocadores, no Facebook – lógico que assisti os 8 capítulos da 1ª temporada em menos de dois dias, e fiquei com desejo de quero mais, e rápido, por favor.

A série tem muitos detalhes históricos (o que eu amo), que a deixa muito rica, além de incitar a curiosidade dos telespectadores. Sem falar nas paisagens encantadores, das épocas lindas (tenho certeza que nasci no século errado hahahaha).

Eu estava resoluta de que não leria o livro, mas quando eu estava assistindo o episódio 5, eu não resisti e o comprei, pois se a série é tão boa, o livro deve ser melhor – e lógico, eu não poderia perder uma leitura excelente – estou desesperada esperando que a Saraiva entregue logo (contando os minutos).

Como em qualquer outra resenha, eu não vou ficar aqui falando da série em si, e sim o que eu achei e o que me levou a gostar tanto dela, como diz o tópico: “minhas impressões” (sei que é um pouco pretencioso da minha parte, mas se eu ficar discorrendo sobre a série, contarei o melhor dela, o inesperado, a surpresa).


Claire, personagem principal, é uma mulher forte, guerreira, e eu adoro mocinhas assim, que não têm frescuras, como ela mesmo diz em um dos episódios, que não desmaia tão fácil. Ela é transportada para um outro tempo, dois séculos antes do seu presente. Preciso dizer que eu estou morrendo para saber o que irá acontecer: se ela volta para o presente, para o marido dela; ou se ela ficará no passado.





Jamie é lindo, aquele cavalheiro dos sonhos de qualquer pessoa (eu sou qualquer pessoa, só para ficar claro) – forte, educado, corajoso, espirituoso, inteligente, protetor.  Acho que a participação dele na 2ª parte vai ser mais forte do que nesta, mas mesmo assim foi excelente, fora que ver o bumbum dele não foi nenhum sacrifício... ahhh E confesso que o kilt (roupa tradicional masculina na Escócia - uma saia masculina, pregueada na parte de trás, trespassado na parte da frente, de comprimento da cintura até os joelhos e que não usa cueca *-*) deixou ele bem sensual!




Tenho que dizer que eu também gostei muito do marido de Claire, o Frank, mesmo ele não aparecendo tanto como eu gostaria, no papel de Frank - fiquei muito muito curiosa pra saber o que estaria acontecendo com ele enquanto Claire estava 2 séculos antes do seu tempo.  Mas mesmo com pouca participação na série, ele é essencial, e eu estou desejando que na próxima temporada ele apareça muito muito.

Achei que faltou mostrar uma química maior entre o casal, mas nada que influencie na nossa percepção de que o amor deles é verdadeiro.
Obs: lembrando que o ator que representa o Frank, é o mesmo que faz o papel do Black Jack Randall.


Difícil eu dizer que eu tenho um preferido entre os dois, Frank ou Jamie, cada um tem suas particuliaridades. E um dos motivos que resolvi ler o livro foi para conhecer mais cada um.









Lógico que eu não poderia deixar de expor uma foto de um dos lugares mais comentados na série, e onde ocorre a magia de viajar no tempo, Craigh na Dun – lugar que eu estou louca para descobrir mais sobre.




Para finalizar, segue um quadro com as fotos, nomes dos atores, e nomes dos personagens principais da 1ª temporada, mas, claro, que preciso dizer que os personagens secundários são excelentes e deixam a série ainda melhor.


Tenho certeza de que quem já assistiu a série está que nem eu, super mega ultra ansiosa para que seja lançada a 2ª parte e a 2ª temporada, e quem não assistiu não faz ideia do que está perdendo – assista o mais rápido que conseguir. Só tem um problema: o vazio que fica depois que a série acaba (o que ocorre só com as melhores coisas, e lógico que com Outlander não seria diferente).

Ahh... não podia deixar de falar o quanto eu estou apaixonada pela música da série – não canso de ouvir:




Sing me a song of a lass that is gone
Say, could that lass be I?
Merry of soul she sailed on a day
Over the sea to Skye

Billow and breeze, islands and seas
Mountains of rain and sun
All that was good, all that was fair
All that was me is gone

Sing me a song of a lass that is gone
Say, could that lass be I?
Merry of soul she sailed on a day
Over the sea to Skye

Cante-me uma canção de uma moça que se foi
Diga que a moça pode ser eu
Feliz de espírito, um dia ela navegou
Do mar para o céu

Ondas e brisas, ilhas e oceanos
Montanhas de chuva e sol
Tudo que era bom, tudo que era belo,
Tudo que eu era desapareceu

Cante-me uma canção de uma moça que se foi
Diga que a moça pode ser eu
Feliz de espírito um dia ela navegou
Do mar para o céu



sexta-feira, 3 de outubro de 2014

Review : Seriado Madam Secretary


Gênero - Drama
Criado por - Barbara Hill e Morgan Freeman
Estados Unidos - USA


Sinopse :

Madam Secretary é uma série de drama americano sobre Elizabeth McCord, uma mulher que se torna secretária do Estado. O primeiro episódio foi ao ar em 21/09/2014 na CBS. Se tornou rapidamente sucesso de crítica.



Impressões do "Pilot" - Episódio 01


O que me fez optar por esta série, foi sem sombra de dúvida, ver o nome de Morgan Freeman a frente dela, então baixei e deixei aqui separada. Esta madrugada, uma de tantas outras em que a insônia resolveu me visitar, decidi assistir.

Vale lembrar que o ponto forte dessa série são dois pontos os quais não estão entre os meus preferidos : política e drama. Ainda assim, me parece ter um enredo muito bom, já que alcançou ótimos pontos de ibope e crítica em seu primeiro episódio nos EUA.

Tudo começa com sequestrados na Síria pedindo para que liguem para a embaixada Americana, ok, assunto atual a realidade deles. Mas de repente já temos um corte de cena e vamos para uma faculdade na Virginia onde encontramos nossa protagonista (oi?)

Como professora universitária, é possível notar que Dra. McCord, possui um certo sendo de humor maldoso, daqueles sarcásticos, estilo House. Porém enquanto do House temos uma coisa natural, a personalidade dela ainda surge como algo artificial.

Vez ou outra, ela tem alguns encontros em Washington DC, com agentes da CIA (oi ? Parte 2) Estou tentando fazer comentários sem que jogue alguns spoillers. Mas eu estou escrevendo enquanto assisto. E até este momento, tudo é muito jogado sem maiores explicações, isso me incomoda um pouco, gosto de detalhes, de explicações e de entender o motivo de tudo.

Misteriosamente o avião do secretário de Estado cai no mar e ela é convocada para assumir o seu lugar pelo presidente, ele chega em sua casa com vários carros oficiais. Simples assim...Eis que o convite é feito entre tantas frases, posso citar :


Eu escolho você, porque você não pensa fora da caixa. Você nem sabe que existe uma caixa.


 Depois disso, temos um espaço de 2 meses....



As explicações que eu citei lá no começo que não eram dadas, começam a ser explicadas a partir daqui. Ou quase isso, mas pelo menos temos sentido do que aconteceu para entender as cenas iniciais.

Além disso, vale citar que temos nesta série uma qualidade de fotografia, cenário e figurino que são de uma qualidade ímpar, daquele tipo que da vontade de assistir nem que seja apenas para ficar prestando atenção nisso.

Ao aceitar o cargo, começam as situações que envolvem. Ela nunca consegue fazer o que julga como sendo o correto, ninguém a ouve, ninguém faz o que ela diz. Ela está ali simplesmente para tapar um buraco. E o que vale mais a pena : o seu emprego ou os seus principios ?

Fica claro ainda que o Presidente é facilmente manipulado por seus conselheiros, de modo que nem sempre age da forma considerada correta. Seria esta uma teoria da conspiração, como tantas outras que temos visto até aqui ?

O que posso dizer é que ao que parece teremos ainda muitos mistérios e suspense em saber o motivo que esta levando alguém a manipular toda a política. E principalmente quem é este alguém.

Façam as suas apostas.
 
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