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quinta-feira, 6 de agosto de 2015

Resenha: Feitiço da Sombra - Nora Roberts - Editora Arqueiro



Feitiço da Sombra
Autora: Nora Roberts
Editora: Arqueiro
Categoria: Fantasia, Romance
ISBN: 978-85-8041-418-9
288 Páginas
1ª Edição – 2015


Sinopse

Com as lendas e tradições da Irlanda correndo em seu sangue, Connor O’Dwyer se orgulha de chamar o Condado de Mayo de seu lar. É lá que Branna, sua irmã, mora e trabalha e onde Iona, sua prima, encontrou o verdadeiro amor. Foi nessa terra que seus parentes e amigos formaram um círculo de proteção que nunca poderá ser rompido...

Até que um beijo põe em risco a segurança de todos.

Depois de um breve encontro com a morte, Connor e a melhor amiga de sua irmã se entregam um ao outro. Muitas mulheres passaram pela cama de Connor, mas nenhuma havia descoberto o caminho para seu coração. Meara tem olhos escuros, pele morena – herança do lado cigano de sua família – e corpo de deusa.

Os rumos dela e os de Connor se cruzam diariamente. Ele leva turistas em caminhadas para observar falcões. Ela os guia em cavalgadas pelo campo. Eles se dão bem desde a infância e, depois do tórrido encontro, o rapaz tem esperança de que esse relacionamento evolua.

Para frustração dele, no entanto, Meara se contenta apenas com o prazer do momento, temendo se perder – e perder a amizade dele.

Essa mudança em sua relação pode abalar o círculo e permitir que uma perigosa ameaça ressurja aos poucos, como uma névoa. Para detê-la, Connor precisará novamente da família e dos amigos para despertar a força e a fúria que correm em seu sangue. Quem sabe pela última vez.

Segundo livro da trilogia Primos O’Dwyer, Feitiço da sombra é uma emocionante história sobre os maiores poderes mágicos que existem: o amor, a amizade e a família.




Eu amo essa trilogia da Nora Roberts! Fui apresentada à Nora com o livro Encanto da Luz, depois ela me conquistou com a quadrilogia Quarteto de Noivas, e me ganhou de vez com esta trilogia dos Primos O´Dwyer.

No primeiro livro, Bruxa da Noite, fomos apresentados a todos os personagens principais, mesmo que o foco tenha sido Boyle e Iona; por isto que em Feitiço da Sombra eu já iniciei minha leitura tendo um carinho todo especial pelo casal principal, e gostei mais ainda depois de conhecê-los melhor, além (CLARO) de “participar” das aventuras deles (se é que podemos chamar assim o que eles vivenciam hahahaha) e de ficar mais ansiosa pelo terceiro livro (só para saber mais sobre Branna e Fin – GENTE, eu to apaixonada por Fin – sei que já estive por Boyle e por Connor, mas desta vez é sério ahahaha e morta de curiosidade para ler o livro dele e de Branna).


“- Ah, meu Deus! – Fin revirou os olhos para o céu. – Mulheres. Elas levam os homens à loucura, vocês têm dúvida? E a pergunta deveria ser: por que as queremos por perto quando elas nos infernizam o tempo todo?
- Fale por suas próprias mulheres – sugeriu Boyle. – Eu estou mais do que satisfeiro com a minha.
- Espere para ver – disse Fin, sombrio.” – Pág. 233


Vou falar uma coisa que vai parecer redundância, mas explicarei. Feitiço da Sombra é um segundo livro de uma trilogia, que faz o papel de livro do meio de uma forma excelente (eu disse que ia ficar redundante ahahahhaha). Então... o que quero dizer é que o seguinte (não sei se me farei entender muito bem, mas vou tentar): se analisarmos a trilogia como se fosse uma redação, o primeiro livro seria a introdução – o começo de tudo: Iona conhecendo os primos, o amor; o começo da luta contra a escuridão, contra Cabhan; já este segundo livro seria o desenvolvimento -, literalmente o meio; e o último livro (que estar por vir) é a conclusão – onde teremos o desfecho não só da disputa, mas também da estória do círculo, e de Branna e Fin.

Feitiço da Sombra foi uma leitura muito agradável; vimos como Connor é um fofo, romântico, guiado pelo coração; como Meara é uma guerreira, forte, e tem seus traumas. E vimos uma nova forma de abordagem – a viagem no tempo através de sonhos, mas não são sonhos comuns, seria um tipo de universo paralelo (eu gostei muito disso) – e acho que as ideias e tentativas de acertos do Círculo são um meio para o fim (destruírem Cabhan). Ahh... os sonhos proporcionaram encontros ótimos entre Connor e Eamon – seu antepassado - (presente e passado, respectivamente).


“- Você é cínica, Meara.
- E convivo bem com isso. – Ela lhe lançou um olhar por sob suas sobrancelhas arqueadas. – Você é romântico, Connor.
- E convivo bem com isso.” – Pág. 72


Sobre o casal, Meara e Connor, eu achei eles uns fofos juntos. Apesar do trauma de Meara, a estória deles dois se desenvolve de forma linear, sem chatice, prática, romântica – um casal lindo e que eu adorei! Fora que eu amei e achei super lindo eles descobrindo o amor <3



[Imagem retirada do site www.osmais.com, e adaptada.]


Sobre a edição da Editora Arqueiro, a capa está linda e a diagramação está ótima, MAS a revisão (só Jesus na causa) está péssima – erros de todos os tipos: troca de letras, falta de palavras, repetição, grafia...
*ALGUNS exemplos:
- Pág. 49, parágrafo 5: “... porque não foi houve nenhuma...”
- Pág. 57, parágrafo 8: “... e eu uma enviarei para Boyle.”
- Pág. 113, parágrafo 16: “... depois que Meara recupereio...”
- Pág. 116, parágrafo 13: “Ele não tocou neal...”
- Pág. 280, parágrafo 7: “... você é boa mim.”
*Mas só para constar, não tem nenhum erro grave que chegue a atrapalhar a leitura (apesar de incomodarem) – nada como ler um livro bom e com uma revisão impecável (que é a regra dos livros da Editora Arqueiro).

Enfim... SUPER indico o livro! Certeza de que vocês irão gostar dessa trilogia, assim como eu estou amando poder lê-la.



sexta-feira, 17 de abril de 2015

Resenha: Bruxa da Noite - Nora Roberts - Editora Arqueiro

Resultado de imagem para capa A bruxa da noite

Bruxa da Noite
Autora: Nora Roberts
Editora: Arqueiro
Categoria: Romance, Ficção, Sobrenatural
ISBN: 978-85-8041-384-7
320 Páginas
1ª Edição – 2015


Sinopse

Com pais indiferentes, Iona Sheehan cresceu ansiando por carinho e aceitação. Com a avó materna, descobriu onde encontrar as duas coisas: numa terra de florestas exuberantes, lagos deslumbrantes e lendas centenárias – a Irlanda.

Mais precisamente no Condado de Mayo, onde o sangue e a magia de seus ancestrais atravessam gerações – e onde seu destino a espera.

Iona chega à Irlanda sem nada além das orientações da avó, um otimismo sem fim e um talento inato para lidar com cavalos. Perto do encantador castelo onde ficará hospedada por uma semana, encontra a casa de seus primos Branna e Connor O’Dwyer, que a recebem de braços abertos em sua vida e em seu lar.

Quando arruma emprego nos estábulos locais, Iona conhece o dono do lugar, Boyle McGrath. Uma mistura de caubói, pirata e cavaleiro tribal, ele reúne três de suas maiores fantasias num único pacote.

Iona logo percebe que ali pode construir seu lar e ter a vida que sempre quis, mesmo que isso implique se apaixonar perdidamente pelo chefe. Mas as coisas não são tão perfeitas quanto parecem. Um antigo demônio que há muitos séculos ronda a família de Iona precisa ser derrotado.

Agora parentes e amigos vão brigar uns com os outros – e uns pelos outros – para manter viva a chama da esperança e do amor.


Minhas Impressões

Primeiro livro da trilogia Primos O´Dwyer, A Bruxa da Noite nos introduz em uma estória de magia passada de geração para geração, de uma batalha do bem contra o mal, de amor verdadeiro, de família e de encontrar o seu lugar no mundo.




O livro nos apresenta aos seis personagens principais da trilogia, porém tem um foco maior em Iona e Boyle – eu adorei o casal! Ela meio perdida no mundo querendo encontrar o seu lugar, coração enorme, falante, corajosa, alegre, sincera, determinada. Ele um homem correto, temperamental, amigo, leal, duro, corajoso, e uma delícia – nas palavras de Branna, Boyle “é um homem de regras. Não engana, rouba ou mente. Não maltrata animais ou se aproveita dos mais fracos. Não procura briga, o que é uma regra dos últimos anos, mas tampouco foge de uma. Defende seus amigos e seu grupo no pub. Nunca toca em uma mulher que pertença a outro e não dá sua palavra a menos que pretenda cumpri-la.” (Pág. 120). Eu gostei  muito deles como um casal – nada de frescuras, de mimimi, ela sabia o que queria e ele, apesar de ficar confuso com os novos sentimentos, soube enfrentar isto. Não posso dizer que foi um casal com grandes emoções, mas foi um casal verdadeiro, um casal parceiro, amigo, um casal que é tem tudo o que eu almejo – companheirismo, parceria, lealdade, sexo sensacional, amor, determinação, alegria e simplicidade.

“- Você é muito forte.
- Não vou machucá-la.
Iona riu de novo, dessa vez sem nervosismo.
- Não vou prometer o mesmo.
Ágil e rápida, ela pôs o braço para trás e abriu o sutiã.
- Facilitei um pouco para você.
- Estou pronto para a parte difícil. – Ele afastou o sutiã para o lado. – Agora fique calada, para que eu possa me concentrar.
Um momento depois Iona não conseguiu pensar, quanto menos falar.” – Pág. 183

 
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